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Gilmar Silva no Topo

 

Terminou nesta segunda-feira, em ondas gigantes na praia da Joaquina, Florianópolis (SC), a primeira etapa do Circuito Catarinense de Surf Profissional 2010, o Oakley Santa Catarina Surf Pro, apresentado por i9 Isotônico.

 

Na grande final, o paulista Gilmar Silva não deu chances aos adversários e levou o título. Em segundo ficou o catarinense Willian Cardoso, seguido pelo uruguaio Marco Giorgi e outro paulista, Odirlei Coutinho, na quarta colocação.

 

Netuno resolveu testar a performance dos melhores surfistas do país nesta segunda-feira, mandando ondas na faixa de 3 metros nas séries para aumentar ainda mais a adrenalina nas baterias finais da etapa de abertura do Oakley Santa Catarina Surf Pro 2010, que teve um recorde de inscritos com a participação de 156 atletas.

O campeonato começou na sexta-feira (5/3) e terminou somente nesta segunda devido ao grande número de inscritos em busca dos R$ 30 mil de premiação, além de mais 2.500 pontos para o ranking catarinense da Fecasurf e 1000 pontos para o Circuito ABRASP Brasil Tour 2010.

 

A praia da Joaquina mais uma vez mostrou seu potencial, quebrando boas ondas durante toda a competição, e encerrou com chave de ouro, bombando ondas clássicas com tamanho e qualidade que proporcionaram um espetáculo à parte para quem acompanhou as baterias da areia ou pela internet, que teve uma média diária de 6 mil acessos.

O bicho pegou já nas primeiras baterias do dia, com os atletas efetuando manobras iradas, buscando impressionar os juizes.

O paulista Gilmar Silva apresentou um bom desempenho durante toda competição e conseguiu chegar até as finais e conquistar a vitória na praia da Joaquina.

 

Gilmar abriu a bateria muito bem com uma onda 8,17, impondo um ritmo forte já no começo, e na segunda onda o paulista marcou 6,33, somando um total de 14,50 pontos.  

 

“O campeonato foi irado e estou muito feliz. A Joaca é um lugar especial com altas ondas e essa foi uma bateria muito forte, onde todos surfam muito e tinham chances também, mas me posicionei bem e procurei fazer o melhor nas ondas para confirmar a minha vitória”, comenta Gilmar Silva, campeão da primeira etapa do Oakley Santa Catarina Surf Pro 2010.

O catarinense Willian Cardoso acabou na segunda colocação, mas agora é líder do Circuito Catarinense de Surf Profissional 2010.

 

“Estou amarradão, meu objetivo era ser campeão, mas não deu, não encontrei boas ondas e ainda tomei um sufoco para passar a arrebentação que estava muito forte, mas estou muito feliz com esse resultado”, comentou Willian.

O uruguaio Marco Giorgi foi o terceiro colocado e o paulista Odirlei Coutinho ficou na quarta colocação. Os dois atletas tiveram dificuldades em atravessar a arrebentação, perdendo muito tempo remando, e acabaram saindo da água antes mesmo de terminar o tempo da bateria, ficando fácil a vitória de Gilmar.


A próxima etapa acontece no Farol de Santa Marta, em Laguna, Sul do Estado, nos dias 2, 3 e 4 de julho.


 

 

Resultado da primeira etapa do Oakley Catarinense Pro 2010

1 Gilmar Silva (SP)
2 Willian Cardoso (SC)
3 Marco Giorgi (Uru)
4 Odirlei Coutinho (SP)
5 Gustavo Santos (SC)
5 Saulo Júnior (SP)
7 Caio Ibelli (SP)
7 Gustavo Henrique (SP)

 

Ranking catarinense 2010

 

1 Willian Cardoso 2150
2 Marco Giorgi 1825
3 Gustavo Santos 1525
4 Jean da Silva 1250
5 Tomas Hermes 1250
6 Diego Rosa 1250
7 Marcio Farney 1125
8 Beto Mariano 1000
9 Alex Lima 1000
10 Felipe Teixeira 900
11 Icaro Ronchi 900
12 Pedro Husadel 900
13 Marcos Pastro 779
14 Marthen Pagliarini 779
15 Fabio Carvalho 779
16 André Luiz 679

 

Colaborou Klaus Kaiser

Fonte Waves

Vídeo da Final do Quiksilver Pro 2010

Por: Redação Ondulação

 

Vídeo da final entre Jordy Smith e Taj Burrow onde o australiano levou a melhor e faturou a primeira etapa do circuito mundial.


Taj Burrow vence o Quiksilver Pro 2010

 

O evento de abertura da temporada 2010 do ASP World Tour, o Quiksilver Pro Gold Coast começou o ano com um estrondo, trazendo o maior conjunto de talentos do surf na história em um dos point breaks mais emblemáticos do mundo, e os melhores surfistas do mundo mendando manobras de alta performance novamente.

"Eu estou tão feliz agora - é a melhor sensação do mundo!" falou o Burrow. "É irreal. Ter um bom grupo de amigos e meus pais aqui me apoiando. E vendo todos me aplaudindo no final é realmente muito especial. "

O jovem sul-Africano liderou toda a primeira metade da final de 40 minutos, mas Burrow mudou a maré com um ataque no meio da bateria, acumulando vários pontos sólidos em ondas maiores da séria com a deterioração das condições.

"Eu não sinto que surfei o meu melhor na final", disse Burrow. "Eu meio que só fiz o que deu para a vitória. Eu só esperei as melhores ondas, fiz algumas manobras agradáveis - nada muito selvagem. Eu preferia ter feito a abordagem de Jordy - apanhar muitas ondas e me divertir. Essaé a minha estratégia normalmente, mas funcionou muito bem. Sendo um pouco mais paciente e seletivo do que o habitual definitivamente foi o que pagou. Mas eu sabia que Jordy poderia desencantar e começar a pontuar bem a qualquer momento ".

Burrow, que obteve vitórias nos dois últimos eventos anteriores (Pipeline, em dezembro e fevereiro em Burleigh Heads), estava numa forma sensacional nos últimos três meses, e vai procurar manter o ritmo em 2010, a medida que persegue seu primeiro Título Mundial da ASP.

"O que posso dizer? não sei ", disse Burrow. "Eu realmente me surpreendi. Obviamente, pipe foi o maior evento que eu poderia ganhar. Eu só estava super energizado. Eu senti como se poderia me aposentar após o evento. Eu simplesmente não podia acreditar, e não achava que poderia ficar melhor. Eu acho que tenho tido confiança e trabalhei em algumas boas pranchas. Burleigh Heads foi um bom aquecimento. também me senti bem lá - havia direitas divertidas lá, e em seguida, aqui, eu levei um tempo para começar a embalar, mas eu já peguei um impulso. Me senti muito bem lá fora e aqui estou eu mais uma vez no pódio é inacreditável ".

Smith, que foi um gigante matador do evento, eliminando o nove vezes campeão mundial Kelly Slater (E.U.A.), 38 anos, na Rodada de ontem, antes de postar o melhor resultado de sua jovem carreira.

"É a minha primeira final por isso estou amarradão", disse Smith. "É lamentável que as ondas ficaram piores em nossa bateria, mas nós fizemos o nosso melhor. Foi um grande evento embora e eu estou ansioso para o próximo. "

Há muito considerado como uma das forças mais dominante no mundo do surf, Smith ainda tem que perceber o seu potencial no plano competitivo, mas se o seu desempenho neste evento é alguma indicação, o poderoso regular é uma ameaça quase certa para o título Mundial da ASP.

"Eu me sinto muito mais confortável comigo mesmo nesta temporada", disse Smith. "Estou me divertindo muito mais com o meu surf e tudo parece estar se agregando. Estou empolgado com um uma subida vertiginosa aqui e espero que eu possa manter o ritmo para o resto da temporada. "

Dane Reynolds (E.U.A.), 24 anos, que foi o surfista do evento de ontem, derrotando o defensor do evento Joel Parkinson (AUS), 28 anos, com um impressionante 19,20 de 20 possíveis. No entanto, o jovem californiano foi incapaz de encontrar um ritmo bom nas condições desafiadoras de hoje, saindo do evento com um terceiro nas mãos de Smith.

"Eu me senti muito bem ontem e senti como se meu equipamento fosse finalmente funcionar", disse Reynolds. "Mesmo com as condições não eram tão boas hoje, eu pensei que eu poderia pegar uma onda média e surfar bem o suficiente para conseguir uma boa pontuação, mas isso não aconteceu. Quando o outro cara vai bem, é difícil ser melhor. "

Com uma boa performances e quebrando em um bom começo de ano, vários analistas estão considerando Reynolds como um legítimo candidato ao título da ASP, mas o humilde regular ainda não se comprometeu com tal objetivo.

"Eu nunca estive nesta situação antes, então é difícil para mim dizer (no que diz respeito à motivação para o titulo da ASP)", disse Reynolds. "Quando você é criança, todo mundo sempre diz que o titulo da ASP é o objetivo, mas há apenas um campeão por ano, e 45 homens atrás dele. Não tem sido um objetivo para mim ainda. "

Bobby Martinez (E.U.A.), 27 anos, obteve o seu melhor resultado na Gold Coast, hoje, ficando em terceiro, mas o único goofy no evento de hoje ficou claramente chateado com as condições que se deterioraram.

"É decepcionante terminar quando está ventado como hoje", disse Martinez. "Nós todos queremos surfar em um mar glassy, e estou desapontado que nós temos que terminar hoje. Eu fiz o meu melhor lá fora, mas está muito desafiador lá fora, no seu backside hoje. "

 

Por Dave Prodan

Fonte Surfguru

Adriano para nas Quartas

O paulista Adriano de Souza encerrou nesta quinta-feira (4/3) sua participação nas quartas-de-final do Quiksilver Pro, primeira etapa do ASP World Tour 2010 que rola nas famosas direitas de Snapper Rocks, Austrália. Ele foi eliminado pelo australiano Taj Burrow por 17.70 a 14.40 pontos.

 

O duelo começou devagar e teve que ser reiniciado depois de 10 minutos sem ninguém pegar ondas, mas logo na sequência as séries reapareceram com cerca de 1,5 metros e formação prejudicada pelo vento.

 

Em sua melhor onda, Adriano de Souza conseguiu 7.33 pontos com uma sequência de fortes batidas e rasgadas, além de finalizar a onda com um pequeno aéreo.

Ele também encontrou outras ondas armadas para investir no ataque com batidas e floaters, mas sua outra melhor nota foi um 7.07.

 

"Esta bateria foi difícil contra o Taj, que é o número 4 do mundo. É isto que acontece quando dois caras do top 5 se encontram, um show de surf. Consegui achar duas ondas boas e fazer notas acima de 7. Era o que eu esperava, mas não encontrei nenhuma onda que me proporcionasse notas maiores do que esta", explica Mineirinho.

 

O australiano estava realmente inspirado e logo que encontrou uma da série obteve de cara 9.27 pontos. Com um surf em alta velocidade, ele atacou o lip por baixo diversas vezes e ainda mandou mais dois floaters na mesma onda.

 

"Estou me sentindo muito bem e em um bom momento. Me sinto como se estivesse embalando e me sinto muito bem com minha prancha. Só peguei uma prancha nova e parece que ela sempre vem junto comigo", diz Taj Burrow.

 

Na sequência encontrou outra boa onda para selar a vitória e conseguir mais 8.43 com batidas muito fortes e rasgadas invertendo tudo.

 

"O Taj teve a oportunidade e achou um onda excelente para tirar nota acima de 9 e botou muita pressão em cima de mim. Com 15 minutos de bateria ele já tinha um 9 e um 8. Daí não tive nenhuma reação e as ondas não vieram. Mas estou muito contente com este resultado, foi um bom início para mim", revela o surfista do Guarujá.

 

Mineiro fez o que pode e investiu forte nas ondas seguintes, porém não encontrou nenhuma que oferecesse potencial para a virada e encerrou sua participação na etapa, depois ter passado pelo aussie Adrian Buchan na parte da manhã.

"Agora pretendo me focar em mais um campeonato que é em Bells. Vou chegar cedo para este evento e tentar meu melhor lá, para buscar um grande resultado e chegar muito bem no Brasil", diz o brasileiro.

 

"Quero agradecer a todo mundo aí do Brasil que está ligado até de madrugada. Obrigado pelo apoio e pelo incentivo, só tenho a agradecer. Um grande abraço também para todo mundo do Guarujá também que sempre está comigo. Agradeço a todas as pessoas do Brasil que torcem por nós aqui no ASP World Tour", finaliza Adriano de Souza.

 

Tops em queda Mas o brasileiro não foi o único top que se deu mal. Entre os atletas que iniciaram a temporada no top 5, Taj Burow é o único que permanece na prova. Os australianos Mick Fanning, Joel Parkinson e Bede Durbidge também foram eliminados, assim como o eneacamepão mundial Kelly Slater.

 

Atual campeão mundial, o aussie Mick Fanning se deu mal em casa na manhã desta quinta-feira. Em bateria válida pelas oitavas-de-final, ele foi derrotado pelo compatriota Kai Otton por 15.76 a 15.57 pontos. Ele fez o possível e apresentou boas manobras, porém não resistiu ao backside muito afiado do adversário, que entrou em sintonia total com as ondas do pico e obteve uma vitória bem apertada.

 

Posteriormente, Kai Otton foi derrotado pelo norte-americano Bobby Martinez, que agora está na semifinal e enfrentará Taj Burrow.

 

Quem também se deu mal foi o eneacampeão mundial Kelly Slater. Ele não achou as ondas e ficou sem chances diante do inspirado sul-africano Jordy Smith, vencedor do duelo por 16.10 a 13.17. Jordy castigou as ondas do pico com manobras fortes e bem encaixadas na arte crítica das ondas, além de impor um forte ritmo desde o início. Ele é outro dos semifinalistas e foi o carrasco do top Bede Durbidge nas quartas.

 

"Kelly Slater é o rei do nosso esporte e eu só queria estar lá no outside surfando uma bateria com ele. Antes de entrar na água eu disse ao meu manager que não iria me importar se eu perdesse", confessa Jordy Smith.

"Não é sempre que tenho a oportunidade de surfar contra Kelly Slater e também acho que este foi um bom presente de aniversário para minha mãe. Ontem foi aniversário dela, então vencer duas baterias hoje foi muito legal", comemora o sul-africano.

 

O duelo mais emocionante do dia resultou na queda do defensor do título da etapa, Joel Parkinson, que contava com uma multidão a seu favor na torcida. Mesmo com um bom surf apresentado e 17.47 pontos somados, ele não teve o que fazer diante do show do norte-americano Dane Reynolds, que somou merecidos 19.20.

 

O norte-americano conseguiu 9.93 em sua melhor onda, resultado de rasgadas, batidas fortes, um tubo profundo e uma finalização com floater, tudo isso na mesma onda.

 

"Fiquei realmente surpreso ao caminhar na praia e ver algumas pessoas torcendo por mim. Como competi contra o Parko, pensei que seria vaiado ou algo do tipo, mas pelo contrário, foi muito especial para mim. Esta foi uma das maiores baterias da minha vida. Nunca venci uma competição ou nada tão grande para mim", surpreende-se Dane Reynolds.

 

Depois do show de manobras e tubos desta quinta-feira (4/3), quatro competidores irão brigar pelo caneco. Dois norte-americanos (Bobby Martinez e Dane Reynolds), um sul-africano (Jordy Smith) e um australiano (Taj Burrow), que vem de duas vitórias consecutivas, o WQS de Burleigh Heads e o último Pipeline Masters.

 

Confira mais fotos em nossas próximas atualizações.

 

Quartas-de-final do Quiksilver Pro 2010


1 Taj Burrow (Aus) 17.70 x Adriano de Souza (Bra) 14.40
2 Bobby Martinez (EUA) 16.66 x Kai Otton (Aus) 10.64
3 Dane Reynolds (USA) 19.20 x Joel Parkinson (Aus) 17.47
4 Jordy Smith (Zaf) 14.10 x Bede Durbidge (Aus) 13.77

Semifinais

1 Taj Burrow (Aus) x Bobby Martinez (EUA)
2 Dane Reynolds (EUA) x Jordy Smith (Afr) 

 

Por fernando Iesca

Fonte waves

Confira ao vivo direto de Snapper

http://www.quiksilverpro.com.au/por/live.aspx

Prancha de surf serão liberadas nos voos da Gol



A bagagem despachada é a que vai no porão do avião. Cada cliente adulto tem direito a até 2 malas com peso total de 23 kg, conforme a Alínea B do Artigo 37 da Portaria 676, de 13 de novembro de 2000, da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil.

A partir de 09/03/2010, os itens antes considerados como bagagem especial passam a ser inclusos na franquia normal de bagagem despachada, tanto em vôos nacionais como em vôos internacionais:


- Vara de pescar
- Prancha de surf
- Bicicleta
- Ski
- Snow board
- Arco e flecha
- Kite surf
- Patinete
- Wakeboard

Havendo excesso de peso, este será cobrado normalmente.

Itens que devem ser despachados como carga separada:
- Caiaque
- Prancha de windsurf
Importante: O animal doméstico e o instrumento musical violoncelo (ocupando assento) serão tarifados normalmente, de acordo com o procedimento vigente.

Crianças de até 2 anos incompletos viajam gratuitamente, sem direito a bagagem, desde que no colo de acompanhante maior de 12 anos. Crianças entre 2 e 12 anos incompletos têm direito a até 2 malas com peso total de 23 kg de bagagem, a partir de 09/03/2010.

A bagagem que exceder a franquia permitida será considerada excesso, sendo cobrado 0,5% da tarifa econômica normal (Y) para vôos domésticos ou 1% da tarifa econômica normal (Y) de ida para vôos internacionais, por kg em excesso, podendo ser despachada como carga desacompanhada em um próximo vôo.

 

Por: Voegol

BALI DO SHOPPING TACARUNA REABERTA!!

Após uma incrível reforma, reabrimos nesse fim de semana a Bali do Shopping Tacaruna.

Uma loja totalmente nova e reformulada...

Não deixe de dar uma passada lá para conferir!!!

Jadson chega sem dó

Jadson André teve boa estreia no Quilksilver Pro, primeira etapa do ASP World Tour que rola em Snapper Rocks, Gold Coast, Austrália.


O jovem potiguar demonstrou muita personalidade e confiança em sua bateria de estreia no ASP World Tour e não quis nem saber quem eram seus adversários.


Com um show de surf e 14.94 pontos somados, ele soube se posicionar e não deu chances aos locais Dean Morrison e Adam Melling grandes conhecedores do pico, para avançar direto ao terceiro round da prova.


"Estou muito feliz! Na primeira bateria peguei logo o Dean Morrison que é local aqui e muito querido por todos e o Adam Melling que todo


mundo diz que é a cópia do Mick Fanning, então acho que não tinha nada a perder, porque eles conhecem esta onda desde que nasceram", diz Jadson André.


Com um backside pra lá de afiado, Jadson abriu a bateria com um bom tubo logo nos primeiros segundos e na sequência soltou o pé em diversas manobras ao longo da extensas direitas, para arrancar nota 7.17 logo de cara.


"Eu estava um pouco nervoso, pq era minha primeira bateria no ano, eu nunca tinha participado de uma no ASP World Tour, mas minha primeira onda foi alucinante, eu estava muito confiante em mim e na minha prancha. Já morei aqui uns cinco meses, então conheço um pouco esta onda. Foi show! Estou muito feliz!", comemora Jadson empolgado.


Na sequência manteve posição e brigou de igual para igual durante o tempo restante do confronto, sempre na liderança. Para carimbar seu passaporte com estilo, conseguiu sua melhor nota no último minuto da bateria, quando encontrou uma onda que lhe valeu 7.67.


Como na primeira onda da bateria, ele dropou e fez o tubo logo na sequência. Saiu pela frente da cortina, passou a seção de espuma e mandou ver em outra sequência forte de manobras, com cutbacks, batidas e rasgadas, sempre aproveitando toda extensão da onda.


Adam Melling ficou com a segunda posição e 11.30 pontos, enquanto Dean Morrison ficou com a terceira e 11.17. Ambos irão encarar a repescagem agora.


Outro brasileiro que fez bonito foi o paulista Adriano de Souza. Em ondas com cerca de 1 metro e algumas séries maiores, ele não deu mole e garantiu sua passagem direto ao terceiro round, com drops atrasados atrás da pedra, cavadas fortes e ataques sem dó ao lip das ondas, para arrancar nota 8.23 dos juízes em sua melhor onda.


Com mais 5.67 pontos conquistados em uma onda intermediária ele somou 13.90, para mandar o taitiano Michel Bourez e o australiano Blake Thornton para a repescagem.


"Considero este um dos campeonatos mais importantes do Tour, pois além de ser a abertura do circuito, acontece em uma das melhores ondas do mundo. Todo mundo vem com vontade e quer começar com o pé direito", ressalta Adriano de Souza.


"Cheguei aqui com 15 dias de antecedência e estive me preparando para este dia de estreia. O campeonato apenas começou. Este é um novo ano, com novas pessoas e novos talentos, portanto quero continuar evoluindo e tentando sempre mostrar o meu melhor", conta Mineirinho.


O taitiano chegou perto e começou suas ondas com manobras muito fortes, porém caiu logo depois da manobra inicial em duas ondas que ofereciam alto potencial. Além de garantir as notas com um surf afiado, Adriano de Souza jogou forte e corretamente na marcação, impedindo com sucesso que Bourez tentasse uma virada.


"A estratégia é tudo. Hoje em dia, 70% da bateria é definida na estratégia. Cada um tem a sua e joga do jeito que for necessário. Dexei a galera brigando atrás da pedra e consegui minha nota boa com uma onda um pouco mais embaixo. Ela veio na hora certa e conseguir puxar a nota logo na primeira manobra. Estou muito feliz de ter avançado para o terceiro round", comemora Adriano de Souza, com um largo sorriso estampado no rosto.





Kelly Slater dá show em Snapper. Foto: © ASP / Cestari.

Outros dois brazucas estrearam na prova, mas não tiveram a mesma sorte. Os catarinense Marco Polo e Neco Padaratz terão que encarar a repescagem.


Polo foi o primeiro a cair na água. Logo em sua bateria de estreia no ASP World Tour pegou pela frente um inspirado Kelly Slater, que deu show na bateria e atraiu uma multidão para assistir a ação. O australiano Ben Dunn foi o outro adversário.


Logo na metade da bateria, o eneacampeão mundial já colocou seus oponentes em combinação com notas 8.50 e 7.17. Não satisfeito, continuou seu show individual e ainda ampliou a vantagem com mais uma nota 9.27 ao esculachar a direita do pico. Facilmente encontrou um tubo no início da onda e depois colocou pressão nas manobras,



Mick Fanning levanta torcida. Foto: © ASP / Kirstin.

trabalhando seu repertório sempre no limite da radicalidade.


Enquanto Polo e Dunn brigaram o tempo todo por um bom posicionamento no pico, Slater investiu nas ondas que quebravam mais para dentro e ficou sozinho para escolher as que bem entendeu. Com 17.77 pontos somados, Slater venceu a bateria e teve a melhor atuação do dia. Ben Dunn ficou na segunda posição com 9.50 e Marco Polo na terceira com 7.34.


"Eu perdi uma onda muito boa no início da bateria. Vi rodar um bom tubo e foi muito frustrante, então senti que precisava ser mais paciente", diz Slater.


"Depois tirei um 8.50 em uma onda que parecia que ia engordar, entrou meio lenta no início, mas alinhou e foi uma boa onda. Ainda peguei outra que foi a melhor que entrou na bateria para tirar o 9.27 que garantiu a vitória", explica o norte-americano.


Neco Padaratz voltou ao Tour depois de um período afastado por causa de uma séria lesão, que lhe deu direito ao convite para contundidos oferecido pela ASP.  


Ele não conseguiu um bom resultado nesta primeira bateria de retorno e vai para a repescagem depois de ficar em terceiro no seu duelo, com 6.64 pontos somados. Apesar de arrancar boas rasgadas e batidas, ele ainda não encaixou seu surf potente nas ondas do pico e acabou caindo na metade de algumas ondas.


Quem dominou a batalha foi o aussie Chris Davidson, que com 12.50 pontos somados com fortes manobras nas extensas direitas, deixou para trás o também aussie Taj Burrow, que obteve 9.13.


Taj vem de uma vitória no último Pipeline Masters e outra no WQS de Burleigh Heads que rolou na última semana, porém não se deu bem nas ondas de Snapper e terá que enfrentar a repescagem também.


Na sequência foi a vez do campeão mundial Mick Fanning ir para a água e levar o público ao delírio. Com sequências grandes de manobras levadas ao limite, ele se aproximou do placar de Kelly Slater ao somar 17.36 pontos. Fanning não deu chance alguma ao seu compatriota Kai Otton (11.53) e nem ao convidado Garret Parkes (10.77).


"Estou feliz por poder surfar Snapper bom para começar o ano. Fico feliz por ter passado a bateria e me recuperado da semana passada em Burleigh. Eu realmente mantive meu olhar em obter pontos, mas tudo deu certo, ainda bem", diz o bicampeão mundial aliviado.


Em seguida, quem também fez a alegria do público foi o australiano Joel Parkinson, que defende o título desta etapa e com 13.17 pontos somados mandou para a repescagem o havaiano Kekoa Bacalso e o vencedor da triagem Blake Ainsworth.


Assim como no WQS em Burleigh, o tricampeão mundial Andy Irons não exibiu seu potencial e mais uma vez não empolgou o público. Apesar de ter uma legião de fãs na Austrália que tiraram fotos e pediram autógrafos, o máximo que ele conseguiu foram 5.83 pontos, em bateria vencida pelo aussie Tom Whitaker com 10.80 pontos. O também aussie Jay Thompson somou 10.66 e também caiu para a repescagem.


Um swell de Sul atinge a região e a forte correnteza dificulta a vida dos competidores que remam constante para voltar ao pico, principalmente na hora da maré vazia.


Primeira fase do Quiksilver Pro 2010

1 Brett Simpson (EUA) 10.67, Dane Reynolds (EUA) 6.70 e Roy Powers (Haw) 6.24
2 Jeremy Flores (Fra) 12.67, Damien Hobgood (EUA) 12.23 e Matt Wilkinson (Aus) 7.97
3 Tiago Pires (Por) 13.26, Tanner Gudauskas (EUA) 12.70 e Bobby Martinez (EUA) 11.94
4 Adrian Buchan (EUA) 11.30, Travis Logie (Afr) 10.26 e C.J. Hobgood (EUA) 8.26
5 Kelly Slater (EUA) 17.77, Ben Dunn (Aus) 9.50 e Marco Polo (Bra) 7.34
6 Adriano de Souza (Bra) 13.90, Michel Bourez (Tah) 13.47 e Blake Thornton (Aus) 8.86
7 Chris Davidson (Aus) 12.50, Taj Burrow (Aus) 9.13 e Neco Padaratz (Bra) 6.64
8 Mick Fanning (Aus) 17.36, Kai Otton (Aus) 11.53 e Garret Parkes (Aus) 10.77
9 Joel Parkinson (Aus) 13.17, Blake Ainsworth (Aus) 9.73 e Kekoa Bacalso (Haw) 6.23
10 Bede Durbidge (Aus) 14.57, Mick Campbell (Aus) 14.10 e Craig Anderson (Aus) 6.16
11 Dusty Payne (Haw) 11.60, Jordy Smith (Afr) 9.10 e Drew Courtney (Aus) 4.76
12 Taylor Knox (EUA) 14.83, Luke Stedman (Aus)10.56 e Nathan Yeomans (EUA) 8.23
13 Tom Whitaker (Aus) 10.80, Jay Thompson (Aus) 10.66 e Andy Irons (Haw) 5.83
14 Luke Munro (Aus) 12.73, Daniel Ross (Aus) 11.27 e Kieren Perrow (Aus) 9.40
15 Owen Wright (Aus) 14.10, Fredrick Patacchia (Haw) 13.53 e Patrick Gudauskas (EUA) 8.73
16 Jadson André (Bra) 14.94, Adam Melling (Aus) 11.30 e Dean Morrison (Aus) 11.17


Segunda fase


 1 Taj Burrow (Aus) x Garrett Parkes (Aus)
 2 C.J. Hobgood (EUA) x Blake Ainsworth (Aus)
 3 Bobby Martinez (EUA) x Craig Anderson (EUA)
 4 Damien Hobgood (EUA) x Neco Padaratz (Bra)
 5 Dane Reynolds (EUA) x Blake Thornton (Aus)
 6 Jordy Smith (Afr) x Marco Polo (Bra)
 7 Kieren Perrow (Aus) x Travis Logie (Afr)
 8 Fredrick Patacchia (Haw) x Tanner Gudauskas (EUA)
 9 Dean Morrison (Aus) x Matt Wilkinson (Aus)
 10 Kai Otton (Aus) x Nathan Yeomans (EUA)
 11 Kekoa Bacalso (Haw) x Jay Thompson (Aus)
 12 Mick Campbell (Aus) x Adam Melling (Aus)
 13 Michel Bourez (Tah) x Patrick Gudauskas (EUA)
 14 Ben Dunn (Aus) x Daniel Ross (Aus)
 15 Roy Powers (Haw) x Andy Irons (Haw)
 16 Drew Courtney (Aus) x Luke Stedman (Aus)


Confiram o Vídeo



Por Fernando Iesca

Fonte Waves.

Amanha estréia o filme 3D5.

 

Por: Redação Ondulação

 

Estréia amanha, dia 26 de fevereiro, no Bar Coqueiral em Aracaju-SE, as 20:00h, o filme “3D5” que evidencia o quinteto de Maracaipe e alguns dos melhores surfistas do Brasil.

 

Contaremos com a presença dos principais atletas dessa produção, que são: Halley Batista, Luel Felipe, Alan Donato, Cezar Aguiar e Junior Lagosta.

 

Sobre o 3D5:

Produzido e editado por Leonardo Menezes, esse vídeo irá mostrar alguns dos melhores surfistas nordestinos da atualidade. Em destaque estarão os principais surfistas profissionais da praia de Maracaipe-PE, como Halley Batista, Alan Donato, Luel Felipe, Cezar Aguiar, Junior lagosta, no filme também terá a participação de Bernardo Pigmeu, Dudu de Souza, Sávio Carneiro, Adilton Mariano, Valmir Neto, Itim Silva, Messias Felix, Danilo Costa, Hizunome Bettero, Michel Rock, Jano Belo, entre outros executando manobras radicais e inovadoras.

 

O principal objetivo na construção desse projeto é levar aos surfistas e publico nordestino um vídeo com manobras radicais e inovadoras executadas nas melhores ondas do nordeste e Brasil.

 

O vídeo tem duração de 35 minutos, além dos extras. Vale ressaltar que essa produção foi feita com duas trilhas sonoras, onde quem assistir pode escolher a trilha REGIONAL ou a trilha GRINGA. O EXTRA é composto por 5 capítulos com variados surfistas.

 


Parceiros do filme: Gold Sland, Wavegrip, Sumã, SurfClean


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