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Sally vence Billabong Rio Pro Women's

A australiana Sally Fitzgibbons levou a melhor no Billabong Rio Pro Women's, etapa do World Tour finalizada neste domingo, em ondas de meio metro e formação regular no Postinho, Barra da Tijuca (RJ).

 

Em decisão eletrizante, ela arrancou 7.93 pontos nos instantes finais para derrotar a havaiana Coco Ho por 14.10 a 14.03 pontos.

 

Coco vencia a disputa com 5.60 e 8.43 nas duas melhores ondas, enquanto Sally tinha 6.17 e 5.10 no somatório.

 

Vice-líder do ranking mundial, Sally conseguiu a onda da vitória a dois minutos do fim. Em mais uma esquerda surfada na bateria, a aussie não vacilou e trabalhou bem a onda para garantir o prêmio de US$ 25 mil.

 

"Foi muito louco e Coco me encurralou, com certeza", diz Sally. "Tinha meus dedos cruzados e sabia que uma onda viria no final. Cometi alguns erros e isso acontece em finais, mas fui capaz de me recuperar no final. Estou muito empolgada", continua a aussie.

Com a vitória, Sally diminui a diferença para a líder do ranking Stephanie Gilmore, derrotada nas quartas. "Isso torna a briga pelo título mundial mais interessante, mas se você parar para pensar, o caminho ainda é longo. Ainda faltam dois eventos, mas vencer aqui é um resultado excelente. Venci em Bells também, então tem sido um ano incrível".

 

Coco Ho, que vinha arrepiando de backside, também comentou a bela campanha no Rio de Janeiro. "Este resultado melhora as coisas para mim. Tenho tido um ano difícil e estou muito feliz por ter feito essa final. Este é o meu melhor resultado este ano e um importante evento para mim. Parabéns para a Sally pela vitória", diz Coco.

 

Nas semifinais, Coco superou a compatriota Alessa Quizon por14.16 a 10.94 pontos, enquanto Sally derrotou a campeã mundial Carissa Moore pelo apertado placar de 15.47 a 15.36.

 

As tops da elite mundial voltam a se enfrentar na sexta etapa do Tour, entre 10 e 14 de julho, em Biarritz, França.

 

Confira fotos, vídeo e mais informações em nossas próximas reportagens.

 

Resultado

 

1 Sally Fitzgibbons (Aus)

2 Coco Ho (Haw)

3 Carissa Moore (Haw)

3 Alessa Quizon (Haw)

5 Stephanie Gilmore (Aus)

5 Pauline Ado (Fra)

5 Courtney Conlogue (EUA)

5 Laura Enever (Aus)

13 Jacqueline Silva (Bra)

Ranking do ASP Women's Tour 2012 depois de cinco etapas

1 Stephanie Gilmore (Aus) - 38.400 pontos
2 Sally Fitzgibbons (Aus) - 36.900
3 Carissa Moore (Haw) - 30.200
4 Courtney Conlogue (EUA) - 29.600
5 Tyler Wright (Aus) - 28.700
6 Laura Enever (Aus) - 27.600
7 Malia Manuel (Haw) - 26.400
8 Lakey Peterson (EUA) - 23.700
9 Coco Ho (Haw) - 21.900
10 Paige Hareb (Nzl) - 18.000
10 Rebecca Woods (Aus) - 18.000
12 Sofia Mulanovich (Per) - 17.750
13 Sarah Mason (Nzl) - 14.450
14 Silvana Lima (Bra) - 12.200
14 Pauline Ado (Fra) - 12.200
16 Sage Erickson (EUA) - 11.000
16 Justine Dupont (Fra) - 11.000
18 Jacqueline Silva (BRA) - 8.750

 

Por Ader Oliveira

fonte http://waves.terra.com.br/surf/noticia/competicao/profissional/billabong-pro-rio/2012/noticias/sally-no-topo/52772

Kelly Slater se retirou do Billabong Pro Rio

O Evento n º 3 de 10 no World Championship Tour de 2012 da ASP, o Billabong Pro Rio vai recomeçar a corrida deste ano para o Título Mundial da ASP, após a vitória de Taj Burrow na Gold Coast e Mick Fanning em Bells Beach. Com a desistência de Slater, a vanguarda atual na classificação do WCT da ASP pode ser para quem ganhar no Rio de Janeiro.



O havaiano Dusty Payne também se retirou do Rio Pro, citando uma lesão no tornozelo que o manteve fora da água durante toda a temporada. Payne será substituído pelo também havaiano Frederick Patacchia.



Os convidados para o Rio Pro são o catarinense Tomas Hermes e o paranaense Peterson Crisanto.



Quando a
competição masculina começar, a primeira bateria será de dois australianos Josh Kerr, Bede Durbidge, e o potiguar Jadson Andre no Round 1.



O Billabong Pro Rio será executado a partir de 09 até 20 de maio de 2012 e será transmitido ao vivo via www.billabongpro.com



Correndo em conjunto com o evento masculino está a quinta parada no Campeonato Mundial Feminino da ASP de 2012, Billabong Women’s Rio Pro. Este ano testemunhando o retorno da quatro vezes campeã mundial, a australiana Stephanie Gilmore ao topo da classificação depois de postar duas grandes
vitórias.



A peruana Sofia Mulanovich e Silvana Lima, ambas se retiraram do evento devido a doenças e lesões. Eles foram substituídas pela havaiana Melanie Bartels e pela neozelandeza Sarah Mason.



A convidada do evento feminino é Juliana Quint .



Quando a competição feminina começar, a primeira bateria será entre as americanas Courtney Conlogue, Lakey Peterson, e Sage Erickson.


Para mais informações, entre no www.aspworldtour.com



RIO PRO ROUND 1 MASCULINO:


Bateria 1: Josh Kerr (AUS), Bede Durbidge (AUS), Jadson Andre (BRA)
Bateria 2: Jordy Smith (ZAF), CJ Hobgood (EUA), Patrick Gudauskas (EUA)
Bateria 3: Owen Wright (AUS), Raoni Monteiro (BRA), Taylor Knox (EUA)
Bateria 4: Adriano de Souza (BRA), Kai Otton (AUS), Willian Cardoso (BRA)
Bateria 5: Taj Burrow (AUS), Kieren Perrow (AUS), Tomas Hermes (BRA)
Bateria 6: Joel Parkinson (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Peterson Crisanto (BRA)
Bateria 7: Julian Wilson (AUS), Brett Simpson (EUA), Fredrick Patacchia (HAW)
Bateria 8: Gabriel Medina (BRA), Adrian Buchan (AUS), Yadin Nicol (AUS)
Bateria 9: Mick Fanning (AUS), Damien Hobgood (EUA), Travis Logie (ZAF)
Bateria 10: Michel Bourez (PYF), Miguel Pupo (BRA), Tiago Pires (PRT)
Bateria 11: Jeremy Flores (FRA), Heitor Alves (BRA), Kolohe Andino (EUA)
Bateria 12: John John Florence (HAV), Alejo Muniz (BRA), Adam Melling (AUS)



RIO PRO FEMININO ROUND 1:


De Bateria 1: Courtney Conlogue (EUA), Lakey Peterson (EUA), Sage Erickson (EUA)
Bateria 2: Tyler Wright (AUS), Paige Hareb (NZL), Justine Dupont (FRA)
Bateria 3: Stephanie Gilmore (AUS), Sarah Mason (NZL), Juliana Quint (BRA)
Bateria 4: Sally Fitzgibbons (AUS), Rebecca Woods (AUS), Melanie Bartels (HAW)
Bateria 5: Carissa Moore (HAW), Coco Ho (HAW), Jacqueline Silva (BRA)
Bateria 6: Laura Enever (AUS), Malia Manuel (HAW), Pauline Ado (FRA)

 

Por ASP

Fonte http://www.surfguru.com.br/noticias/noticia.asp?id=5565

Medina, o fenômeno, voltou

Dois resultados aquém das possibilidades reais não enterram um talento. Por isso, a atuação de gala de Gabriel Medina em Lower Trestles, por ocasião do Nike Lowers Pro, evento prime do circuito de acesso do ASP World Title (a eleite mundial), não pode ser considerada o renascimento do fenômeno do surfe mundial, de apenas 18 anos.


Foi, no máximo, a reafirmação do que o paulista, de São Sebastião, pode realizar. A realidade é que Medina está devendo no WT, fez apresentações medianas. Talvez nunca na sua carreira tenha passado tanto tempo sem brilhar. Foi mal em Snapper Rocks, mais ou menos em Bells Beach - provas que abrem tradicionalmente a temporada do Tour, na Austrália -, mas lavou a alma na Califórnia, na última terça-feira (1).

Tendo como adversários Heat Joskes, Ricardo dos Santos e Chris Ward, no round dos 98, foi o surfista de sempre, o idolatrado no mundo, a desancar sem piedade high scores dos árbitros, completamente atônitos com a sua atuação. O dia já havia sido de boas somas, ótimas ondas individuais, mas nos 30 minutos que teve o direito de surfar um dos picos mais perfeitos do mundo, Medina ganhou com 9.40 e 9.87 - 19.27, de 20 possíveis -, dando-se o luxo de descartar 8.33, 7.93, 7.43 e outro 8.33. Qualquer combinação com essas notas, teria passado para a próxima fase em primeiro lugar.


A expectativa criada em torno de Medina, no ano passado, assim que pisou no WT, a elite mundial, é que eleva as avaliações sobre suas atuações. Em 2011, como calouro, conseguiu vencer duas das quatro etapas que disputou, entre grandes medalhões do surfe, desprezando forças como as de Kelly Slater, Joel Parkinson e companhia. Este ano, esperava-se mais. Pegou de cara dois eventos em direitas clássicas e não conseguiu sobressair. Em Trestles, foi o de sempre. E sendo o de sempre, conseguiu o que conseguiu com pouquíssimo esforço.


Para quem estava com saudade do principal nome do "Brazilian Storm", como foi batizada esta geração nacional, que assombra o mundo com um surfe para lá de progressivo, Medina mostrou que o início do ano claudicante foi só uma fase que, tudo indica, passou. Aliás, em Trestles, para quem acha que só vence por ter nos pés a trinca "rasgadão, batida vertical e aéreo 360°", um detalhe. Sua maior nota, o 9.87, foi conquistada com pancadas retas e com muita pressão na parte crítica, de costas para a onda.


Medina tem a seu favor a juventude dos 18 anos e o fato de, como todo garoto, aprender facilmente com seus erros. É como se, a cada bateria,estivesse um pouco melhor. Sua atuação de back foi uma mostra real a sua evolução diária. A preparação e as fortes pancadas assustaram quem não aposta no talento quando está de costas para as valas. Some-se aí o caso particular de se estar falando de um extrassérie. Enquanto puder evoluir, não se sabe onde o paulista pode chegar. E puxar quem vem na sua cola. Bom para o surfe, ótimo para o Brasil.


A "cereja do bolo" do vídeo abaixo é justamente a atuação brilhante de Medina. Veja tudo do início ou adiante para as imagens final.

 

 

 

Por Marcelo Sá Barreto


Fonte http://www.surfsintheair.blogspot.com.au/2012/05/medina-o-fenomeno-voltou.html

Cezar Aguiar vence em casa abusando dos aéreos

A baía de Maracaipe foi palco da 2ª Etapa do Circuito Pernambucano de Surf 2012; O CYCLONE BALI DE SURF foi um sucesso, porém, como a previsão já indicava poucas ondas durante o final de semana, os atletas tiveram que se desdobrar e surfar as pequenas ondas que rolaram durante os dois dias de competição.

O grande destaque foi o pernambucano Cezar Aguiar, que abusando de seu repertório de manobras aéreas, levou a principal categoria do evento, a Profissional. Outro destaque da final pro, foi o paraibano Saulo Carvalho que simplesmente participou de 3 finais, na Pro, Sênior e Máster; Completando a final tivemos os pernambucanos Halley Batista que ficou em segundo e Bruno Rodrigues com a quarta colocação.

Com esses resultados fica claro o alto nível de surf praticado pelos locais de Maracaípe, que continuam dominando a cena pernambucana. Resultados esses, obtidos nas categorias Open, vencida por Joabson Santos que contou que chegou a sonhar com a vitória, Douglas José que venceu as categorias iniciante e mirim, Thiago Silva venceu a Junior, fazendo final na open e mirim, e Romualdo Nascimento que venceu a longboard. Todos aproveitaram a etapa e fizeram o dever de casa.

Na categoria Master tivemos uma grande final, a disputa foi onda a onda entre Klinger Peixoto, Saulo Carvalho, Mauricio Bandeira e Fernando Santos. O Alagoano Klinger Peixoto levou a melhor, deixando Saulo Carvalho (PB) em 2º e os Pernambucanos Mauricio Bandeira e Fernando Santos em 3º e 4º respectivamente. Ressaltando que nessa categoria dois atletas vieram de contusões, Saulo Carvalho com uma lesão no pé e Fernando "Cruel" Santos de um acidente de moto.

Na categoria dos pequenos, a Petit, onde os pais podem ajudar seus filhos a pegarem as ondas, o show de surf foi garantido, com apresentações de deixar o público em delírio. O norte riograndense Fabricio Rocha surfou como gente grande, explorando bem o lip e levou o título da categoria; em 2º Ilan Maia (PB), 3º Kauã Hanson (PB) e em 4º Lucas Henrique (PE).

Na Senior, o Potiguar Emanuel de Sousa venceu com tranquilidade, ele fez a maior nota do evento (8.67) que somado com um 6.67, fez uma das maiores somas do evento, incríveis 15.34; deixando para trás Saulo Carvalho (PB) em 2º, Julio Pereira (PE) em 3º e Paulo Germano (PB) em 4º.

Na feminino o destaque foi a paraibana Carol Sousa, que surfou muito e subiu ao lugar mais alto do pódio. em 2ª ficou Ramayana Silveira (PE), 3ª Yohanna Borges (PB) e em 4ª Maria Eduarda (PE)

Já foi confirmada a próxima etapa, que será a 3ª do circuito, para a praia urbana de Zé Pequeno em Olinda - PE, que retorna ao circuito após 20 longos anos.

Agradecimentos: Pousada Maraca Beach, Restaurante Cajueiro, Blocos Teccel e ao Bar do Marcão.
Realização: Federação Pernambucana de Surf

RESULTADOS:

Profissional
1º Cezar Aguiar (PE)
2º Halley Batista (PE)
3º Saulo Carvalho (PB)
4º Bruno Rodrigues (PE)

Open
1º Joabson Santos (PE)
2º José Francisco (PB)
3º Osvaldo Cajá (PE)
4º Thiago Silva (PE)

Junior
1º Tiago Silva (PE)
2º Ivan Silva (PE)
3º Armando Tenório (AL)
4º José Francisco (PB)

Mirim
1º Douglas José (PE)
2º Tiago Silva (PE)
3º Tarcisio Willian (PE)
4º Vitor Ramos (AL)

Iniciante
1º Douglas José(PE)
2º Guilherme Carvalho (PB)
3º Emanoel Tobias (RN)
4º Cauã Nunes (PE)

Petit
1º Fabricio Rocha (RN)
2º Ilan Maia (PB)
3º Kauã Hanson (PB)
4º Lucas Henrique (PE)

Feminino
1º Carol Sousa (PB)
2º Ramayana Silveira (PE)
3º Yohanna Borges(PB)
4º Maria Eduarda (PE)

Longboard
1º Romualdo Nascimento (PE)
2º Fabricio Silva
3º Caio Santos (PE)
4º Carlão Silveira (PE)

Sênior
1º Emanoel de Sousa (RN)
2º Saulo Carvalho (PB)
3º Julio Pereira (PE)
4º Paulo Germano (PB)

Master
1º Klinger Peixoto (AL)
2º Saulo Carvalho (PB)
3º Mauricio Bandeira (PE)
4º Fernando Santos (PE)



Logo será divulgado o ranking do circuito, após 2 etapas.


Por Arthur Andrade - Redação Surfguru

Fonte http://www.surfguru.com.br/noticias/noticia.asp?id=5491

Curren VS Reynolds, Quiksilver Rincon Classic

Tom Curren VS Dane Reynolds On Demand - 2012 Quiksilver Rincon Classic.

 


Lucas Silveira e Karol Ribeiro faturam Grom Search

Lucas Silveira e Karol Ribeiro, ambos do Rio de Janeiro, nem precisaram ganhar a etapa para comemorar seus títulos no Rip Curl Grom Search e garantirem suas vagas à final internacional do evento, em 2013, na Austrália. Coincidentemente os dois atletas ficaram em segundo lugar na segunda e decisiva disputa do Circuito, encerrada neste domingo (25), na Praia do Tombo, em Guarujá/SP, em finais disputadíssimas.

Os resultados foram suficientes para que saíssem do mar carregados pelos amigos e parentes já com as passagens asseguradas. A competição reuniu surfistas de oito estados, divididos em quatro categorias. Também ergueram as taças de melhores da temporada, o catarinense Gustavo Ramos, na iniciante (até 14 anos) e o paulista Samuel Pupo, irmão do top do WT, Miguel Pupo, na grommet (no máximo 12 anos), sem dúvida o grande destaque do final de semana.

Mas a grande atração era mesmo para as categorias dos mais velhos, a mirim e a feminina (limite de 16 anos), onde os campeões representarão o Brasil na disputa realizada simultaneamente com o Rip Curl Pro, etapa do WT em Bells Beach, na Austrália,. Os dois surfistas também ganharão passagens aéreas ida e volta, além de intercâmbio cultural, com curso intensivo de inglês no Greenwich College, oferecido pela Study Way, em casa de família na Austrália.

Na feminina, a paulista de Ubatuba, Letícia Freitas e Karol Ribeiro, de Cabo Frio, chegaram com chances. Para Letícia, era preciso vencer e torcer que Karol ficasse em terceiro. A ubatubense fez a sua parte e no dia que comemorou 16 anos venceu a etapa, mas Karol trabalhou bem e conseguiu o segundo lugar, sagrando-se campeã. “Eu sabia que não seria fácil, mas me concentrei no meu resultado”, disse Letícia.

“Fiquei ansiosa, ainda mais com a Letícia na briga e surfando bem. Deu tudo certo. Queria muito isso. Agora quero representar bem o Brasil na Austrália, porque será um sonho”, afirmou a nova campeã, de apenas 13 anos, que surfa desde os sete. “Meu irmão começou na escolinha, eu fui experimentar, ele parou e eu continuei”, contou.

Na mirim, a situação era a mesma. O paraibano Elivelton Santos, que veio da tribo de índios Potiguara, na Baía da Traição, precisava ganhar e esperar que Lucas Silveira, ficasse em terceiro. O surfista índio mostrou um surf radical, ao extremo, tirou em 7,40, para “roubar” o primeiro lugar de Lucas e depois, com um aéreo reverse, sua especialidade, somou um 7,75, para ratificar a vitória.
Lucas, por sua vez, administrou o resultado. Precisava de 9 pontos para virar o jogo, mas garantiu o segundo lugar, suficiente para ser o campeão 2012. “Participo do Rip Curl Grom Search desde os 11 anos e minha primeira vitória foi a de Saquarema (na etapa inicial deste ano). Alcancei o objetivo que acredito ser de todos os surfistas que estão começando, de ir competir na Austrália, representando o Brasil oficialmente. E conquistar o título disputando com o Elivelton, que surfa muito, valorizou ainda mais. Não foi nada fácil”, vibrou o campeão, de 16 anos.

Outro grande destaque na etapa foi o pequeno Samuel Pupo, de apenas 11 anos de idade. Na grommet ele venceu a etapa e assegurou o caneco com 100% de aproveitamento. Na final, ele não deu chances aos rivais. “Meu irmão e meu pai (Wagner Pupo) me ajudam muito sempre, me ensinam como marcar o rival, como me posicionar no mar. Fiquei bem feliz em vencer esse circuito, que é muito importante para qualquer surfista que está começando”, disse.

“Ainda sou bem novo e quero chegar longe”, complementou Samuel, que depois da vitória ficou na água e disputou a decisão da iniciante. Liderou quase toda a bateria, mostrando estar em sintonia com o mar, que estava pequeno, com meio metro, mas boa formação. Nessa disputa, Gustavo Ramos estava mais do que disposto a vencer, sabendo que levaria o título geral.

E no final da bateria o catarinense virou o resultado para sair da água como novo campeão. “Sabia que seria difícil, porque o Samuel estava muito bem, mas confiei no meu surf e fiquei esperando a onda certa e consegui virar. Esse é um título que vale muito para o currículo de qualquer surfista”, afirmou.

Também houve a gestão ambiental do evento, com o Núcleo de Informação e Educação Ambiental da Prefeitura de Guarujá, tendo como destaque a distribuição de 100 mudas nativas e a gincana de recolhimento de microlixo. “Novamente tivemos um campeonato de sucesso, com duas etapas fantásticas, com nível ótimo de surf e o sentimento de companheirismo dos atletas. No sábado fizemos a confraternização, com churrasco na praia e mostramos que podemos criar esse espírito de amizade. Todos estão de parabéns e também temos de agradecer o apoio da Prefeitura”, afirmou Fernando Gonzalez, do marketing da Rip Curl no Brasil.

O público também colaborou com o evento, prestigiando as disputas. Entre os torcedores, um “ilustre”, o top do WT, nono colocado no ranking 2011, Alejo Muniz, catarinense que hoje mora em Guarujá e se prepara para viajar para Bells Beach, para a segunda etapa do Circuito. “Minha primeira vitória em campeonatos fora de Santa Catarina foi no Rip Curl, aqui mesmo na Praia do Tombo. Eu tinha 14 anos. Foi marcante. Essa molecada está surfando muito”, afirmou Alejo, em meio a muitas fotos com fãs. Quem também esteve presente foi o paulista Piu Pereira, pioneiro do Brasil no Circuito Mundial Profissional. “É muito bom ver essa molecada competindo num circuito muito bem organizado. Estão se preparando para o futuro”, comentou.

RANKING FINAL DE 2012


MIRIM
1 Lucas Silveira (RJ) – 1.900
2 Elivelton Santos (PB) – 1.810
3 Gabriel André (SP) – 1.431
4 Dávio Figueiredo (RJ) – 1.187

FEMININO

1 – Karol Ribeiro (RJ) – 1.800
2 - Letícia Freitas (SP) – 1.729
3 – Kayane Reis (RJ) – 1.531
4 – Julia Santos (SP) e Dominik Pupo (SP) – 1.466

INICIANTE

1 - Gustavo Ramos (SC) – 1.656
2 - Renan Pulga (SP) – 1.556
3 - João Vitor (RJ) – 1.385
4 - Leonardo Guimarães (SP) e Arthur Chaves (RN) – 1.341.

GROMMET

1 Samuel Pupo (SP) – 2.000
2 João Vitor (RJ) – 1.710
3 Mateus Herdy (SC) – 1.539
4 Lucas Leal (SP) – 1.431


RESULTADOS DA ETAPA


MIRIM
1 Elivelton Santos (PB)
2 Lucas Silveira (RJ)
3 Igor Moraes (SP)
4 Alcides Lopes (SC)

FEMININO

1 Letícia Freitas (SP)
2 Karol Ribeiro (RJ)
3 Júlia Santos (SP)
4 Wendy Guimarães (RJ)

INICIANTE

1 Gustavo Ramos (SC)
2 Samuel Pupo (SP)
3 Arthur Chaves (RN)
4 Herbert Moreno (SP)

GROMMET

1 Samuel Pupo (SP)
2 Lucas Leal (SP)
3 João Vitor (RJ)
4 Mateus Herdy (SC)

TAG TEAM OVERBOARD

1 São Paulo – Marcos Correia, Wesley Dantas, Eduardo Mota e Dominik Pupo
2 Rio de Janeiro – Yuri Fernandes, Lucas Paes, Daniel Templar e Kayane Reis
3 Guarujá – Gabriel André, Léo Guimarães, Pedro Dib e Açucena Vaz
4 Outros estados – Elivelton Santos, Arthur Chaves, Luan Eugênio e Sandra Maria

 

Por Fábio Maradei.

Fonte http://www.surfguru.com.br/noticias/noticia.asp?id=5337

Billabong Rio Pro com novidades no mês de maio

São Paulo, março de 2012 – Pelo segundo ano consecutivo as ondas do litoral carioca serão o palco da elite do surfe mundial. No masculino Joel Parkinson, Taj Burrow, Kelly Slater, Owen Wright, Jordy Smith e, pela primeira vez, uma lista com sete surfistas brasileiros que inclui Adriano de Souza, Heitor Alves, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Raoni Monteiro, Jadson André e Alejo Muniz, disputam o Billabong Rio PRO, a terceira etapa do “ASP World Championship Tour”, com apresentação da Prefeitura do Rio e RIOTUR, e realização da GEO Eventos.


O evento, que celebra a única etapa do circuito na América Latina, levou em 2011 mais de 80 mil pessoas para a praia e ultrapassou os dois milhões de espectadores na transmissão ao vivo pela internet, além de contar com premiação na casa dos US$ 625 mil dólares e chegar aos Trending Topics Brasil do Twitter durante a final masculina.


“Este é o segundo ano da GEO na realização do evento e para nós é um prestígio imenso ter levado a etapa de volta ao Rio de Janeiro em 2011. Novamente será uma grande oportunidade para o público conferir o campeonato com ídolos mundiais e as estrelas brasileiras da modalidade brilhando nas ondas cariocas”, ressalta Leonardo Ganem, presidente da GEO Eventos.


A Billabong, uma das principais representantes dos esportes de ação e da cultura surf, promove e dá nome à etapa nacional. Além do Brasil, a Billabong patrocina as mais importantes competições do circuito PRO, como Teahupoo (Tahiti) e Pipeline (Hawaii), que encerra a temporada anual no mês de dezembro.


“As etapas masculina e feminina proporcionaram dias de praia cheia. Tivemos a presença do Adriano de Souza na final, ganhador do prêmio, contagiando a torcida brasileira, que mostrou toda a sua paixão pelo esporte e possibilitou uma excelente repercussão nacional e internacional. Com o Rio a Billabong reforça os investimentos no Brasil, dando continuidade à maior premiação do circuito e trazendo novidades para que o público interaja cada vez mais com o evento. Além disso, o apoio da Prefeitura do Rio mostra o potencial que temos, seja no surf no Brasil ou na realização de eventos no Rio de Janeiro, com sua beleza e alegria. E dessa vez, a presença de sete brasileiros no tour, uma maioria histórica, nos motiva a fazer da etapa um grande sucesso”, afirma Alessandra Berlinck, CEO do Grupo GSM para América Latina.


Além dos 34 surfistas que compõe o ranking da ASP (Associação Profissional de Surf), mais dois nomes entram no line-up masculino do evento. Um deles é Peterson Crisanto, surfista paranaense de 20 anos, que venceu uma das etapas do PRO JR no mês de fevereiro na Austrália e competiu entre os ídolos da elite mundial no Rio PRO de 2011. “Meu sonho era estar entre os tops do surf e pude realizá-lo no ano passado. Agora tenho a oportunidade de voltar, aprender mais e fazer ainda melhor. O surf jovem do Brasil está em alta e temos que fazer desse momento uma constante, aproveitando a oportunidade de competir em casa e vibrar com a torcida”, comenta Petersinho. Os outros surfistas do time Billabong, Ricardo dos Santos e Yan Daberkow, também estarão no Rio durante o evento.


“Após um ano de desafios e metas conquistadas, acredito que estamos no caminho certo para resgatar a identidade surf da Cidade do Rio de Janeiro, trazendo o que há de melhor no surf mundial para o quintal da casa do carioca. Com o apoio da Billabong, da Prefeitura do Rio e da RIOTUR, vamos trazer a disputa do título de melhor surfista do planeta. E, quem sabe, pela primeira vez na história assistir os passos do primeiro brasileiro a ser campeão do mundo”, Teco Padaratz, sócio-diretor do evento.


A elite feminina está de volta à Cidade Maravilhosa em 2012 por meio do Billabong Girls Rio PRO, quinta etapa do circuito mundial das mulheres, que traz as brasileiras Silvana Lima, número 5 do ranking, e Jacqueline Silva, além das surfistas estrangeiras como Courtney Conlogue, Stephanie Gilmore, Sally Fitzgibbons, Carissa Moore, Sofia Mulanovich e Alesa Quizon, havaiana vice-campeã mundial do World JR que entra na lista como wild card. O evento contará ainda com a presença de Maya Gabeira, a big rider carioca que assinou coleção de verão para a Billabong e desembarca no Brasil para acompanhar a etapa e apoiar os atletas, além de atuar na transmissão ao vivo do campeonato via internet.


Diferente do ano passado, dessa vez a estrutura da competição contará com três sedes para a realização das baterias, sendo a principal na Barra da Tijuca (Postinho) e as outras duas alternativas no Arpoador e no Canto do Recreio, sempre dependendo das ondas e das condições climáticas. O objetivo da organização do evento é proporcionar melhores condições de onda nessa época do ano, garantindo um evento espetacular.

Serviço:

Billabong Rio PRO / Billabong Girls Rio PRO
Quando: 09 a 20 de maio de 2011
Locais: Praia da Barra (sede principal), Arpoador e Canto do Recreio (sedes alternativas) – Rio de Janeiro
Twitters: @billabongriopro / @billabongbrasil
Facebook: https://www.facebook.com/BillabongProBR/
https://www.facebook.com/billabongbrasil


Sobre o Billabong Rio PRO


O Billabong Rio Pro é a etapa brasileira circuito mundial de surfe. Está será a terceira etapa do “ASP World Championship Tour”. O evento é apresentado pela Prefeitura do Rio de Janeiro e a RIOTUR, com apoio da Sony Smartphone, FESERJ, Arpoador Surf Club, ASBT, ASCR, FSC. A mídia oficial é Fluir e Waves, e a realização da Geo Eventos.


Sobre a Geo Eventos


Dedicada à promoção e realização de eventos nas áreas de esportes, entretenimento e negócios, a GEO tem como objetivo criar eventos com qualidade e emoção em uma experiência que traga valor para as empresas parceiras e para os consumidores.


Sobre a Billabong


A Billabong é uma marca australiana fundada em 1973 pelo surfista e shaper Gordon Merchant e por sua esposa, Rena Merchant. Apaixonados pelo lifestyle da cultura surf, foram os inovadores do mercado de board shorts. No Brasil desde 2000, pelo Grupo GSM Brasil, a Billabong se destaca como uma das principais representantes dos esportes de ação.


Com mais de 1000 pontos de venda no país, a Billabong desenvolve e distribui produtos de vestuário e acessórios masculinos e femininos para mais de 100 países e possui lojas espalhadas pelas principais cidades do mundo, entre elas Nova York, Sidney, Tóquio, Honolulu, Londres, Los Angeles e Barcelona. A marca produz uma vasta gama de produtos que incluem a marca Billabong Girls, focada em moda feminina, uma linha especial de boardshorts com mais de 60 modelos desenvolvidas com tecidos tecnológicos, que garantem elasticidade e secagem ultra-rápida, e a coleção sustentável produzida com a fibra de garrafa pet.


Informações para imprensa


Billabong Rio Pro
Media Guide
Diogo Mourão – (+55 11) 2287-8095
diogo@mediaguide.com.br

Geo Eventos
Fabiane Abel – (+55 11) 2344- 4274
fabiane.abel@geoeventos.com

Billabong
Agência Cartaz
www.agenciacartaz.com.br

Michele Dovoezem – (+55 11) 3871-3030 ramal 210
michele@agenciacartaz.com.br

Camila Dias – (+55 11) 3871-3030 ramal 211
camila@agenciacartaz.com.br

ASP South America – João Carvalho – (48) 9988-2986 – joao@aspsouthamerica.com.br

Occy se diverte entre medalhões

O ser dotado do dom do power surfe é um diferenciado. É aquele que se destaca quando o mar sobe e as condições ficam críticas. Vai ser ele que vai dar a paulada mais consistente, fazer a água subir a alturas estratosféricas. Um caso semelhante ao dos tuberiders.

 

Esse também não precisa correr circuitos para se criar nos tubos, em competições específicas. Para ambos, as condições de mar é que vão determinar o seu sucesso, independentemente de preparação. Um caso emblemático e bom de rever é o da legenda Mark Occhilupo.

 

Em Margaret River, na Austrália, onde está rolando a segunda etapa prime do ano da ASP World Tour 2012, o ex-campeão mundial, já aposentado das baterias, recebeu um convite do evento e não decepcionou. Seja de backside ou de frontside, esmigalhou as ondas perfeitas e pesadas de Margaret.

 

Isso tudo aos 45 anos. Na primeira fase, passou em segundo lugar, ao lado do compatriota Josh Kerr. Na seguinte, de novo ficou no posto 2, dessa vez atrás de Blake Thonrton, outro australiano. Occhilupo perdeu no round dos não perdedores - eu sei, é contraditório, mas é assim mesmo no surfe -, mas tem chances de seguir adiante caso vença na repescagem. Carismático ídolo mundial, certamente não está nem aí para a vitória. Quer mesmo é de divertir e mostrar que ainda dá um caldo grosso entre os melhores.


 

Por Marcelo Sá Barreto

Fonte http://www.surfsintheair.blogspot.com.au/2012/03/occy-se-diverte-entre-medalhoes.html

Brasil Domina 6 estrelas em Newcastle, Austrália

A vitória só foi conquistada nos últimos minutos, quando conseguiu sua única onda boa na bateria para superar o paulista Filipe Toledo, 16, que se destacou no domingo com seus aéreos de backside nas esquerdas de Merewether Beach. Outro paulista, Hizunomê Bettero, 26, também surfou bem no último dia e só perdeu para o campeão na semifinal já verde-amarela no Burton Toyota Pro. Ele dividiu com o norte-americano Gabe Kling, 31, o terceiro lugar no ASP 6-Star de Newcastle.

Uma interferência assinalada pelos juízes para o jovem surfista de Ubatuba logo no início da final acabou decidindo o título, pois como penalidade só computaria uma nota contra duas do catarinense. Filipe começou na frente com 6,33 na primeira onda e na segunda acertou de novo o “backside air-reverse” que arrancou o único 10 do campeonato na semifinal. Só que Willian pegou a onda antes dele, tinha a prioridade de escolha e a penalidade foi marcada. Com isso, Filipe perdeu a nota 7,87 que tinha recebido e só ficou com a 6,33.

Mesmo assim, permaneceu na frente durante quase toda a bateria, pois Willian não conseguia achar boas ondas para entrar na disputa. Filipe ainda pega uma esquerda a 7 minutos do fim e arrisca a manobra nota 10 mais uma vez, acerta e ganha 9,5 em outro aéreo reverse “no hands” de backside para aumentar a vantagem para 6,34 pontos. Três minutos depois, Willian finalmente acha uma onda com parede para encaixar três manobras fortes de backside com velocidade e receber nota 7,43. Com ela, atingiu 10,60 pontos impossíveis de serem alcançados por Filipe Toledo, nem conseguindo outro 10 com seus aéreos.

“Eu estou muito, muito feliz!”, disse Willian Cardoso. \"Eu estava aqui quando o Adriano (de Souza) venceu em 2008, o Neco (Padaratz em 2006) que é lá da minha cidade (Balneário Camboriú) também venceu, então é uma honra para mim. Foi uma bateria difícil e eu estava muito, muito nervoso. Quando o Filipe (Toledo) fez a interferência, eu só precisava de uma nota pequena e eu só caía, as ondas fechavam logo. Mas, no final ela veio e com a nota 7 e pouco eu sabia que tinha ganhado, felizmente”.

Enquanto Willian derrubava seus adversários com a força das manobras de backside nas partes críticas das ondas, Filipe Toledo usou os aéreos rodando sem as mãos na prancha. Foi assim que ele ganhou o único 10 do Burton Toyota Pro na onda que pegou quando faltavam 3 minutos para terminar a semifinal até ali sempre liderada pelo americano Gabe Kling. Na final repetiu a dose e recebeu 9,50, mas foi ultrapassado pelas duas notas de Willian Cardoso com a marcação da interferência.

“Eu não vi como interferência, é decepcionante, mas estou feliz também pelo segundo lugar em uma final toda brasileira”, disse Filipe Toledo. “Foi um bom resultado para a temporada e espero conseguir outros neste ano nas etapas que eu puder competir. Eu realmente gosto de fazer os aéreos, tenho treinado muito essa manobra e é trabalhando que a gente consegue”.

Com os 2.640 pontos do vice-campeonato, Filipe saltou do 103.o para o 28.o lugar no ASP World Ranking. Se vencesse, entraria na lista provisória dos dez surfistas que completarão os top-34 do Dream Tour no ano que vem. Isto retirando-se os 22 que são mantidos na elite pelo ranking da corrida do título mundial, que foi inaugurado com a vitória de Taj Burrow sobre Adriano de Souza na Gold Coast.

O campeão Willian Cardoso recebeu 3.500 pontos e subiu para oitavo no ranking unificado, encabeçando o grupo dos dez porque os que estão a sua frente fazem parte dos top-22 do ASP Tour. Na verdade, são três catarinenses no topo do G-10 do ASP World Ranking, ele, Jean da Silva e Ricardo dos Santos. Os paulistas Wiggolly Dantas e Gabriel Medina fecham esta relação no momento e Filipe Toledo ficou bem próximo da zona de classificação.

O Brasil também encabeçou a lista de recordes do Burton Toyota Pro. Até Filipe Toledo tirar a nota máxima, o recordista absoluto era outro paulista de Ubatuba, Hizunomê Bettero. Na oitava de final contra o australiano David Vlug, ele totalizou 18,60 pontos com notas 9,67 e 8,93 das suas duas melhores ondas.

Os três últimos surfistas do grupo dos top-34 do ASP Tour foram barrados nas oitavas de final que abriram o domingo decisivo. O campeão da primeira etapa da temporada na Gold Coast, Taj Burrow, caiu no primeiro duelo do dia para o norte-americano Nat Young. Adam Melling perdeu o segundo para Filipe Toledo. E no quarto Adrian Buchan foi superado por outro jovem talento dos Estados Unidos, Evan Geiselman.

Mas, Taj Burrow já havia assumido a liderança também no ASP World Ranking 2012, que estava com Miguel Pupo desde a sua vitória em outra final brasileira no primeiro Prime de 6.500 pontos do ano, o Hang Loose Pro Contest em Fernando de Noronha (PE). O segundo acontece na próxima semana, o Telstra Drug Aware Pro em Margaret River, que terá participação de Kelly Slater e de muitas outras estrelas do ASP Tour, além dos brasileiros que chegam com moral para buscar outra vitória na Austrália.

FINAL DO BURTON TOYOTA PRO:
Campeão: Willian Cardoso (BRA) com 10,60 pontos – US$ 25.000 e 3.500 pontos
Vice-campeão: Filipe Toledo (BRA) com 9,50 pontos – US$ 12.500 e 2.640 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar – US$ 6.150 e 2.080 pontos:
1.a: Filipe Toledo (BRA) 15.00 x 12.07 Gabe Kling (EUA)
2.a: Willian Cardoso (BRA) 14.40 x 11.27 Hizunomê Bettero (BRA)

TOP-30 DO ASP WORLD RANKING 2012 – 9 etapas:
01: Taj Burrow (AUS) – 11.545 pontos
02: Miguel Pupo (BRA) – 10.750
03: Josh Kerr (AUS) – 8.016
04: Adriano de Souza (BRA) – 8.000
05: Adrian Buchan (AUS) – 7.680
06: Jordy Smith (AFR) – 7.420
07: Joel Parkinson (AUS) – 6.370
08: Willian Cardoso (BRA) – 5.900 – 1.o do G-10
09: Jean da Silva (BRA) – 5.450 – 2.o do G-10
10: Kelly Slater (EUA) – 5.200
10: Owen Wright (AUS) – 5.200
12: Julian Wilson (AUS) – 5.000
13: Joan Duru (FRA) – 4.930 – 3.o do G-10
14: Ricardo dos Santos (BRA) – 4.611 – 4.o do G-10
15: Evan Geiselman (EUA) – 4.600 – 4.o do G-10
16: Matt Banting (AUS) – 4.561 – 5.o do G-10
17: Brian Toth (PRI) – 4.225 – 7.o do G-10
18: Raoni Monteiro (BRA) – 4.150
19: Michel Bourez (TAH) – 4.000
19: Heitor Alves (BRA) – 4.000
21: Damien Hobgood (EUA) – 3.980 – 8.o do G-10
22: Wiggolly Dantas (BRA) – 3.836 – 9.o do G-10
23: Adam Melling (AUS) – 3.827
24: Gabriel Medina (BRA) – 3.820 – 10.o do G-10
25: John John Florence (HAV) – 3.750
26: Chris Ward (EUA) – 3.589
27: Gabe Kling (EUA) – 3.420
28: Filipe Toledo (BRA) – 3.340
29: Mitchel Coleborn (AUS) – 3.274
30: Granger Larsen (HAV) e Dion Atkinson (AUS) – 3.086

 

Por João Carvalho


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